Estava terminando de ler um livro hoje pela manhã, do assunto que eu mais gosto: espírita. Achei bem interessante uma parte em que a personagem diz que faz mal modificarmos nosso corpo, pois não estamos satifeitos com ele, e de certa forma achei real. Eu raras vezes gostei de algo em mim, sempre achava um defeito para o meu pé, pois o achava largo demais por ser uma garota, ou para a minha mão, muito grande para ser delicada como de todas as meninas, mas sabe, isso é ridículo. Eu tenho mais é que agradecer por ter pés e mãos, todos os dedos certinhos, podendo mexê-los, sentir tecidos, pegar objetos e fazer tudo de possível. Fiquei imaginando como seria se eu não tivesse as partes do meu corpo que eu não gosto, e isso me fez pensar que não vale a pena não gostar só pelo fato de não ser como das outras pessoas, ou do jeito que eu quero. Isso não faz mudar o que os outros podem fazer, não preciso perder meu tempo com isso. Irei morrer e não levarei meu corpo, então preocupar-se com isso é besteira.
Estou realmente muito feliz com tudo que eu tenho, e com todas as pessoas que estão em minha vida, incluindo meus animais, que são como minhas crianças felizes. Minha família é igual a todas, tem brigas, risos, falsidades por parte dos parentes, mas a família que EU considero, meus pais e irmãos, estão ótimos para mim. São chatos, briguentos, mas é bom para aprender muitas experiências com eles, e fazê-los mudarem as vezes também. Meu namorado é um mané, bem chato e irritante, brincalhão e carinhoso demais, por mais que receba broncas o dia todo, e apanhe também, ficando com alguns cortes pequenos pelo corpo. Ele sempre me agrada e faz o que quero, o que acho um pouco exagero, sinto dó dele, de verdade. Fico pensando como ele se esforça para me ver bem, e o que ele recebe? broncas, é claro. (Vida, vida, vida: desculpa ta, mas eu amo você!)
Sempre gostei das coisas mais simples da vida, e agora mais ainda. Gostaria que muitos mudassem isso, mas cada um na sua hora. Percebi também as brigas desnecessárias que causei, principalmente com o namorado, mas agora estou mudando para melhor, e não direi que espero, porque eu já estou conseguindo.
Queria dizer apenas isso hoje, e um beijão enorme para o namorado. *-* (emoticon desnecessário).
Pamprika.
22 de jan. de 2010
Livro aberto.
3 de jan. de 2010
Novo começo.
Esse ano estou realmente començando com o pé direito. Amiga que não conversava há anos, mas que sentia uma falta enorme, está de volta, e falando em amizades, agradeço as pessoas que me desejaram um feliz ano novo, foram todas as que eu mais considerava, e fico feliz por isso. Tirando as exceções das que mandam para o orkut inteiro: um feliz ano novo! - Mas de qualquer forma, obrigada também. Agora em 2010 eu me encaixo perfeitamente na frase do 'ano novo, vida nova'. Sabe o que é passar um ano com várias brigas no namoro e até pensar que tem um toque de olhar gordo de ex? 2009 foi assim, mas com quase 1 ano e um mês de namoro, parece que eu voltei ao início, que tudo será diferente e melhor, conseqüentemente. 2010 será muito melhor no meu namoro, nas amizades e nos estudos, é claro.
Nunca fui aquela namorada carinhosa e nem um pouco legal, mas acho que 2009 foi um exagero, mas tirando isso, eu gosto muito de lembrar as coisas boas que passaram... Certo dia estávamos voltando do shopping, com chuva e brincando com o guarda-chuva na mão, pulando nas poças, quando meu namorado diz: AMOR! e me deixa cheia de barro, porque na poça não tinha apenas água, mas muito, muito barro, e sabe o que é ser baixinha e o barro ficar no seu cabelo? Essa foi uma das situações desse dia. A outra é que quando estávamos chegando na praça em que vamos, pisamos juntos na calçada e fomos com tudo para o 'quase' chão. O interessante é que mesmo com a lei da gravidade, não caímos, ele conseguiu segurar nós dois com a mão esquerda, e voltamos em pé (isso foi um milagre ou cena de filme? você escolhe) ainda veio um homem na Kombi e buzinou para nós, isso foi extremamente engraçado e eu não parei de rir por meia hora, até minha barriga não aguentar mais de dor. Essa praça era como nosso lugar de namoro, até cansarmos de ir quase todos os dias. Íamos lá com pessoas chatas, legais, apenas nós dois e as vezes, sozinhos mesmo. Comprávamos sorvete e ficávamos lá conversando até umas 7horas da noite, era tudo como um sonho, um filme ou um livro. Nossa primeira briga depois que começamos a namorar, foi lá, no segundo/terçeiro dia de namoro, se não me engano, mas não passava de meio mês. O tempo passou e eu precisei fazer cursinho, não frequentávamos mais a praça, e nos domingos, quando eu podia descansar, ir lá tornava-se um inferno, eu ia morrendo, e isso foi fazendo com que deixássemos toda a história para trás. Mas não a minha história. Anotei todos os acontecimentos que houve lá, na minha agenda, e até hoje dou risada ou fico emocionada, sinto falta de tudo, de outro dia que estava chovendo e ficamos embaixo da árvore sentados conversando, quando ficamos até tarde lá e brincamos com uma bolinha que ele achou na rua.. No começo ninguém ia, mas depois a praça ficou lotada com animais, mas a noite era sempre nossa novamente, só nós dois conversando, brincando ou brigando. Agora depois de um ano, teria várias histórias para dizer aqui, mas ficariam todas enormes, pois todos os dias foram engraçados, e os ruins? deixa pra lá.. Guarde com você apenas o que é interessante.
Saudades enormes de tudo o que passou, mas feliz por ter outro começo novamente, que será o melhor começo de qualquer outro ano.
Amo você, Otávio A. S. Alensk'y'.
Pamprika.